terça-feira, 18 de agosto de 2009
MISERÊ
- Que miserê heim patrão!
As palavras chegaram como crítica ácida. O café da manhã para comemorar a conclusão daquela etapa da obra poderia não ter acontecido, mas achou interessante unir os operários e agradecer a todos pelo sucesso. Seria uma coisa simples: sanduíches de presunto e queijo, algumas bolachas doces e salgadas, um bolo de chocolate, sucos, leite e café, um bom cardápio para a reunião. Não achou necessário contratar um bufê para isso.
Nesse momento, sua memória o levou a um passado distante, recém chegado ao Brasil ainda menor de idade, vindo sozinho de Portugal, filho caçula de uma grande família. A vontade de ter uma vida melhor e vencer em novas terras eram seu motor propulsor. Ah..., se naquele tempo tivesse um pouquinho da fartura daquela mesa. Quantas vezes passou fome ou comeu apenas um pãozinho seco durante o dia.
O início, sem qualificação, era feito de um bico aqui, um bico ali, até conseguir uma vaga como garçom, onde o problema da comida pelo menos estava resolvido. Mas a garra e a visão estavam no seu caminho. Queria ser patrão e trabalhou para isso. E quando a oportunidade bateu à sua porta, não deixou escapar. O dono, um senhor idoso e já cansado de tanto trabalhar, lhe ofereceu a venda do restaurante em condições de pai para filho. Aceitou de imediato. E trabalhou mais ainda.
Em uma viagem ao interior, o destino lhe prepararia uma surpresa. Naquela pensão, conheceu uma jovem muito bonita. A paixão se transformou em amor e o casamento selou essa união. As responsabilidades aumentaram e os filhos vieram. Três. Como fazer para criá-los com dignidade e boa instrução, para não passarem as agruras que ele passou no início da vida?
Nada tinha sido fácil. De restaurante para estacionamento, para outros negócios, até entrar no ramo da construção, construindo casas, sobrados e pequenos prédios. Como dedicação e trabalho são sinônimos de sucesso, sua empresa se transformou em uma grande construtora onde emprega várias pessoas. Resumindo: numa confortável situação financeira.
Os filhos receberam uma boa educação, se formaram e hoje caminham com as próprias pernas. Estão casados, presentearam-no com vários netos, que ele adora e enche de mimos junto com sua esposa.
Como num flash, tudo isso passou por sua cabeça, e pensou: - Acho que essa pessoa nunca passou necessidade na vida e não dá valor às coisas que recebe.
- Tem razão! – respondeu - Quem sabe no final da próxima etapa, trabalhando com mais eficiência, consigamos que nosso café da manhã não seja tão misere quanto este.
RESSACA
Os Institutos de Meteorologia já haviam previsto: nos próximos dias haveria uma forte ressaca nas praias de Santos e São Vicente. Que aos olhos de todos transformou-se em um magnífico espetáculo de alegria para uns e tristeza para outros.
RESSACA é, originalmente, o movimento anormal das ondas do mar sobre si mesmas na área de arrebentação, causada por rápidas e violentas mudanças climáticas.
Apesar de nossas praias estarem dentro de uma baía, a maré veio com muita força. Na Ponta da Praia, as paredes dos calçadões foram reforçadas com mais pedras e não se fez mais estragos como no passado não muito distante. Como temos uma faixa de areia muita larga, da Ponta da Praia à Praia do Itararé, as fortes ondas puderam bater à vontade, formando grandes sulcos que demoraram alguns dias para sumir, para azar dos jogadores de tamboréu e de minitênis que não tinham areia suficiente para armar suas redes.
A nossa encantadora Ilha Porchat assistiu a todo esse espetáculo com (não usar virgula entre o sujeito e o verbo, eis uma regra) visão privilegiada, do lado de São Vicente e Santos, observando surfistas que, atraídos pelas enormes ondas, desafiavam-nas com suas pranchas de vários tamanhos e seus movimentos radicais, transformando essas praias em um enorme formigueiro colorido.
Do outro lado, as fortes ondas sem espaço nas areias para se espreguiçar, batiam fortemente contra o calçadão da praia do Gonzaguinha, proporcionando nuvens de espuma e fazendo correr quem por ali passava. A tristeza ficou logo mais à frente, no longo deck do pescador, que frágil perante a força das ondas, acabou destruído. Desolados, os pescadores não acreditavam no que acontecera com seu local de diversão.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
PRÉMIO LITERÁRIO PAUL HARRIS – 2009
O Rotary Club de Faro instituiu o Prémio Literário Paul Harris, a conceder anualmente, e tem por objectivo homenagear o criador de Rotary International (o maior movimento não governamental do mundo), em Chicago, em 1905, e também incentivar a produção literária, contribuindo assim para a defesa e enriquecimento da Língua Portuguesa.
1. Ao Prémio Literário Paul Harris podem concorrer obras inéditas e obrigatoriamente escritas em língua portuguesa, desde que os autores não pertençam à organização do concurso nem ao seu júri.
2. O Prémio é atribuído no género Narrativa (romance, novela ou colectânea de contos), sendo o seu valor de 1.500 € (mil e quinhentos euros), utilizado na edição da obra, valor que integra os direitos de autor correspondentes à primeira edição da respectiva obra, que será da responsabilidade do Rotary Club de Faro.
2.1. O autor terá direito a 50 exemplares da obra, podendo, se o desejar, adquirir mais exemplares, junto da editora, com 40% de desconto sobre o preço de capa.
2.2. Quando esgotada esta edição, o autor é livre de fazer outras por sua conta.
2.3. Aos autores premiados, seja em que modalidade for, não poderão ser atribuídos novos prémios, sem que tenha decorrido um intervalo de 5 anos.
2.4. O Prémio não poderá ser atribuído “ex-aequo”, mas pode haver Menções Honrosas, recebendo os respectivos autores um diploma.
3. De cada obra os concorrentes enviarão 4 (quatro) exemplares, em formato A4, margens superior, inferior, esquerda e direita de 2,5 cm, e tipo dos caracteres em «Times New Romam-12», a espaço e meio, com um mínimo de 200.000 e o máximo de 300.000 caracteres (incluindo espaços), com as folhas ligadas entre si, de forma permanente, com o número de página e o pseudónimo na parte superior direita de cada uma e com uma capa onde conste unicamente o pseudónimo e o título da obra.
3.1. Quando um concorrente apresente mais que um trabalho, deverá entregá-los ou remetê-los em separado, subscritos por pseudónimos diferentes.
3.2. Os trabalhos serão acompanhados de um envelope lacrado (ou com fita gomada), opaco, com a identificação do autor no interior (nome completo, nome artístico – facultativo, – morada, telefone e e-mail - se tiver), e, no exterior, o pseudónimo e o título da obra.
3.3. Os trabalhos serão obrigatoriamente enviados pelo correio, até ao dia 21 de Agosto de 2009 (data dos Correios), para:
Prémio Literário Paul Harris – 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
VIII Concurso Literário Faccat
VIII CONCURSO LITERÁRIO FACCAT - JORNAL PANORAMA - CONTOS, CRÔNICAS E POEMAS 2009
TEMA: SUSPENSE, TERROR, MISTÉRIO, ASSOMBRAÇÃO
Em 2009, estão sendo comemorados os 200 anos do nascimento de Edgar Allan Poe. A obra
desse poeta, contista e crítico segue conquistando leitores, inspirando escritores, cineastas e outros artistas, instigando psicólogos e teóricos literários com os mistérios de sua escrita e de sua vida, de seu gênio, de seus textos extravagantes – muitos dos quais impregnados de uma atmosfera sobrenatural jamais igualada. Sua obra destaca acontecimentos e imagens que arrepiam até hoje, em histórias classificadas como de mistério, de horror, sobrenatural.
Homenageando os duzentos anos de tão influente escritor, o Concurso Literário FACCAT/Jornal Panorama deste ano adota como tema o outro lado da realidade, o lado que normalmente não enxergamos, a porta que tememos abrir, o que chamamos de irracional, de inexplicável, de extraordinário. Escreva seu texto fantástico, fictício ou verídico! Arrepie-nos, tire-nos o sono com as coisas perturbadoras que habitam as profundezas humanas e as outras realidades, os mundos alternativos que convivem com o nosso!
REGULAMENTO
1 Das inscrições
1.1 O Concurso poderá ter a participação de todo o país e também do exterior com trabalhos em
língua portuguesa.
1.2 A participação poderá ser apenas individual.
1.3 Os inscritos poderão participar nas modalidades conto, crônica e poema.
1.4 Será permitida a participação simultânea em mais de uma modalidade, com apenas um texto por modalidade.
1.5 Os trabalhos inscritos deverão ser inéditos, entendendo-se como tal o texto não impresso (em livros, revistas, etc.) nem divulgado por meios de comunicação.
1.6 Os vencedores do Concurso de 2008 não poderão participar no ano de 2009 na mesma categoria em que foram premiados.
1.7 Os trabalhos deverão ser apresentados digitados (espaço 1,5) ou datilografados (espaço 2), letra 12, em quatro vias, não devendo ultrapassar duas páginas tamanho ofício (margens de 3cm).
1.8 Os trabalhos datilografados ou digitados deverão ser encaminhados em 4 (quatro) vias,
colocadas em um envelope, no qual deverá constar apenas o pseudônimo do autor e a
modalidade escolhida.
No interior desse envelope, também deverá ser colocado outro envelope (menor), contendo:
Na parte externa: Pseudônimo; Modalidade.
No interior: Pseudônimo; Nome completo: Idade; Endereço; Telefone.
1.9 As inscrições dos interessados deverão ser feitas até o dia 22 de agosto de 2009, com a entrega dos trabalhos no Protocolo da FACCAT ou no Jornal Panorama, ou enviados aos seguintes endereços (valendo, para aceitação, a data de chegada ao destino – até 22 de agosto):
Faccat – Faculdades Integradas de Taquara (Curso de Letras), Av. Oscar Martins Rangel,
4500 - Campus FACCAT, Taquara/RS, CEP 95600-000, ou
Jornal Panorama, Rua Rio Branco, nº 1006 – CEP: 95600-000 - Taquara-RS.
2 Da avaliação e escolha dos trabalhos
2.1 A avaliação dos trabalhos será feita em duas etapas:
2.1.1 A seleção inicial dos melhores trabalhos será feita por professores de Língua Portuguesa e
Literatura que levarão em conta: criatividade, coerência ao tema escolhido, estrutura do texto,
adequação de linguagem e correção gramatical.
2.1.2 Após essa primeira etapa, os trabalhos serão encaminhados à Comissão Julgadora Final,
formada por vencedores dos concursos anteriores, professores de Literatura da FACCAT e
representantes dos alunos do Curso de Letras e do Jornal Panorama, que apontarão os
melhores de cada modalidade, bem como o melhor texto entre os autores residentes na
região do Vale do Paranhana.
2.2 Não poderão participar pessoas que exerçam atividade remunerada junto ao Curso de Letras
da Faccat, Jornal Panorama e Fábio Brack Advogados Associados, nem seus cônjuges, pais,
filhos, irmãos.
2.3 Os Prêmios Especiais Jornal Panorama serão atribuídos ao 1º e 2º melhores textos de
autores de residência comprovada na região do Vale do Paranhana — municípios de
Taquara, Parobé, Igrejinha, Três Coroas, Rolante e Riozinho.
3 Da premiação
3.1 Serão premiados os nove (9) melhores textos do Concurso, independente da categoria em que estejam concorrendo. Os nove textos vencedores serão publicados no Jornal Panorama, e
anunciados em sessão solene dia 13/10/2009, às 19h30min, no auditório da FACCAT, quando
receberão a premiação.
3.2 Os textos vencedores receberão prêmios no valor de:
3.2.1 R$ 900,00 (novecentos reais) para o primeiro lugar.
3.2.2 R$ 700,00 (setecentos reais) para o segundo lugar.
3.2.3 R$ 500,00 (quinhentos reais) para o terceiro lugar.
3.3.4 R$ 200,00 (duzentos reais) para os colocados de quarto a nono lugares
3.3 Prêmio especial Jornal Panorama
3.3.1 R$ 600,00 (seiscentos reais) para o 1º colocado do Vale do Paranhana.
3.3.2 R$ 400,00 (quatrocentos reais) para o 2º colocado do Vale do Paranhana.
4 Das disposições gerais
4.1 Os trabalhos não serão devolvidos.
4.2 Com sua participação no concurso, obrigam-se os autores a permitir a divulgação e impressão
dos trabalhos sem ônus para os promotores do evento.
4.3 Os casos omissos do presente regulamento serão resolvidos pela Coordenação do evento.
Taquara, junho de 2009.
Inge Dienstmann Liane Filomena Muller
Jornal Panorama Coordenadora do Curso de Letras da Faccat
19º Concurso de Contos Luiz Vilela
O Concurso de Contos Luiz Vilela, que homenageia com seu nome o escritor Luiz Vilela, nascido em Ituiutaba e aqui atualmente residindo, autor de vários livros, entre os quais “Tremor de Terra”, de contos, seu livro de estreia, e “Perdição”, romance, a ser em breve lançado, é uma promoção anual da Fundação Cultural de Ituiutaba, com o patrocínio da Prefeitura. Destinado a estimular a criação do conto e aberto a todos os escritores brasileiros, sejam eles inéditos ou já publicados, iniciantes ou já consagrados, o Concurso de Contos Luiz Vilela, prestes a chegar à sua 20.ª edição, é hoje, pelo valor de seu prêmio, pela qualidade de suas comissões julgadoras e pelo prestígio que confere aos seus ganhadores, o mais conhecido e disputado concurso de contos do país.
Regulamento
1 - A Fundação Cultural de Ituiutaba promove o 19.º Concurso de Contos Luiz Vilela.
2 - Do concurso poderão participar brasileiros residentes em qualquer estado da federação ou no exterior.
3 - A participação do concurso implicará na concordância automática do participante com todas as cláusulas deste regulamento.
4 - Os contos deverão ser rigorosamente inéditos.
5 - Cada pessoa poderá participar com quantos contos quiser, e não há para os contos limite de páginas nem quaisquer restrições de forma e conteúdo.
6 - É obrigatório o uso de pseudônimo, que será posto logo abaixo do título do conto e, com o título, repetido na parte externa de um envelope que acompanhará o conto e que deverá vir lacrado, trazendo em seu interior o nome do autor, endereço, e-mail, telefone e dados biográficos.
7 - Os contos deverão ser apresentados em quatro vias e digitados em corpo 13.
8 - O prazo para as inscrições termina, impreterivelmente, em 31 de agosto de 2009, valendo a data do carimbo do correio.
9 - Os contos deverão ser enviados para:
Fundação Cultural de ItuiutabaRua 20, n.° 1871Ituiutaba, MG38300-074
10 - Para julgar os contos, será formada, pela Fundação Cultural de Ituiutaba, uma comissão de três membros, escolhidos entre pessoas de notória competência na matéria.
11 - Ao autor do melhor conto será dado um prêmio, indivisível, em moeda corrente, no valor de R$ 5.000,00, importância da qual, em conformidade com a lei, será retido o percentual do Imposto de Renda.
12 - Além do conto premiado, nove outros serão selecionados, sem ordem de classificação, pela comissão julgadora, para, juntamente com o premiado, constituírem um livro.
13 - O livro com o conto premiado e os selecionados será publicado pela Fundação Cultural de Ituiutaba, no primeiro semestre de 2010, numa edição de 1.000 exemplares, com distribuição gratuita e da qual caberão a cada um dos autores e dos membros da comissão julgadora 10 exemplares.
14 - De cada autor não poderá figurar no livro mais que um conto.
15 - O resultado do concurso sairá em 1.º de dezembro de 2009 e estará, a partir desta data, disponível no site da Fundação Cultural de Ituiutaba, www.fculturalitba.com.br.
16 - A entrega do prêmio ocorrerá no dia 11 de dezembro de 2009, na sede da Fundação Cultural de Ituiutaba, devendo o ganhador vir, por sua conta, recebê-lo pessoalmente.
17 - Não haverá, em nenhuma hipótese, devolução dos contos concorrentes, os quais, findo o concurso, e com a óbvia exceção do conto premiado e dos contos selecionados, serão incinerados, juntamente com os envelopes de identificação.
18 - Poderá a comissão julgadora deixar de dar o prêmio se achar que a ele nenhum dos contos faz jus, e, neste caso, não haverá também a seleção dos nove contos e a publicação do livro.
19 - As decisões da comissão julgadora são irrecorríveis.
20 - Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pela Fundação Cultural de Ituiutaba.
Ituiutaba, 1.° de janeiro de 2009
M. JACKSON - INFÂNCIA INTERROMPIDA
É estranho como gostamos de prodígios, principalmente quando são crianças. Por mais que venha uma leve crítica à situação deles, ficamos encantados, nos remetemos às nossas infâncias, aos nossos sonhos perdidos, para nós ou para as nossas crianças próximas. Esses fenômenos mirins nos tomam de ternura, entram em nossas casas, passam a ser nossos também.
Raramente pensamos no que estaria acontecendo com aquelas pequenas vidas.
Esse é o sentimento que Michael Jackson sempre me inspirou. A imagem da criança prodígio, linda, que naturalmente foi crescendo, transformando sua beleza. Somente há alguns anos atrás, quando assistia a um vídeo antigo em que ele cantava “Ben”, me perguntei, em voz alta: - O que fizeram com aquela criança que falava com um ratinho? O que foi feito daquele menino?
Pois é, a vida já insinuava a resposta, agora mostra mais claramente. Foi uma criança interrompida, inacabada, impedida de viver a infância. E isso dói, aperta o coração.
Vivemos a vida dos prodígios mirins que invadem as nossas casas. Da mesma forma vivemos sua morte, que também invade de forma avassaladora todas as nossas casas, as concretas e as do coração. É impossível ficarmos indiferentes, não chorarmos. Aprendemos a amar o menino que foi crescendo só no corpo. Que foi se transformando em algo racionalmente inexplicável - e nem queríamos explicações. O que queríamos era continuar a amar o que ele fazia, e continuamos. Chegamos ao êxtase com a beleza musical, a estética da dança, a alegria que produzia, a solidariedade que nutria pelas crianças do mundo, seu esforço para diminuir o sofrimento delas arrecadando dinheiro, esforço que aos meus olhos o redimia de suas excentricidades.
Choro pela criança que ele não conseguiu ser, choro por nossa alegria e deleite com alguém que sofria. Choro pelo nosso afã por um glamour que tanto alimentou a mídia. Entristeço pela nossa frágil condição humana que precisa ter e ver gente se destroçando para ter um pouco de felicidade. Penitencio-me na minha condição humana. Peço perdão. Um beijo pra você, Michael criança! Que felizes sonhos infantis o acompanhem.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Continuidade do Laboratório do Escritor
Conforme entendimentos que vimos mantendo nos nossos encontros, encaminhei à REALEJO LIVROS proposta dando continuidade ao LABORATÓRIO DO ESCRITOR, agora em Módulo Avançado, para quem já participou das nossas oficinas literárias.
Nossa idéia é recordar o programa trabalhado e incentivar vocês a apostar em projetos mais ambiciosos de escrita que podem resultar na publicação de livros individuais ou coletâneas.
Nossa sugestão para o LABORATÓRIO DO ESCRITOR – MÓDULO AVANÇADO é a que segue:
PÚBLICO ALVO
Grupo que já participou do LABORATÓRIO DO ESCRITOR e um ou outro aluno das oficinas anteriores que tenham objetivos comuns.
FORMATO DAS AULAS
· Número máximo de vagas: 12.
· Teremos oito aulas, conservando o mesmo horário do curso anterior - sábados das 15 às 17 horas. Datas: 08, 15, 22 e 29 de agosto e 05, 12, 19 e 26 de setembro.
· As aulas serão eminentemente práticas e além dos exercícios de sensibilização individuais e em grupo, realizaremos atividades individuais de produção escrita.
· Os trabalhos produzidos serão analisados em conjunto e receberão criticas do orientador e sugestões do grupo.
· Os melhores trabalhos semanais ficarão á disposição para leitura no blog da Realejo, que deverá se constituir em um apoio para nosso trabalho.
COMO TRABALHAREMOS?
· Observando como se dá o processo de criação de uma obra literária atraente;
· Incrementando um interesse especial pela literatura e pela construção de textos literários e explorando suas possibilidades criativas;
· Mostrando a importância de ler por prazer, dos autores clássicos aos contemporâneos:
· Demonstrando que escrever é um processo, uma técnica que envolve treinamento;
· Mostrando a importância de escrever e reescrever, de dar descanso aos textos;
· Discernindo gêneros literários - crônica, conto, novela, romance, biografia – e orientando a produção de trabalhos dentro dessas características;
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Espero por vocês. Grande abraço,
Eliana Pace